Aracy Amaral, diz: “em suas performances, de elaborada execução, como um projeto arquitetônico ou um aparelho eletrônico, para cujo uso por vezes um manual de instruções é preparado para sua devida fruição (ver o “catálogo/manual da “Eletro Performance”), Guto se nos parece como um verdadeiro descendente dos dadaístas, em função da parafernália de materiais e engenhos que rodeiam suas apresentações. Há, contudo, uma ordem essencial, fundamento da manipulação de cada um dos quadros que ele nos faz compartilhar. Foi o caso de sua sala na Bienal de São Paulo de 1985, quando pessoalmente acompanhava o funcionamento de cada proposta, e mesmo como a espreitar o espectador”.
M. Cristina Biazus
Copyright © 1997 M. Cristina Biazus
13 de abril de 1997